domingo, 8 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de julho de 2010
"Me deixe em paz" suplicava o garoto, mas suas palavras ecoavam no vazio, não existia ninguém ao seu lado, o que o rodeava eram apenas pensamentos, que incessantes, lhe faziam querer tacar a cabeça na parede com força bruta, que com certeza, lhe traria a um momento de inconsciência, mas a meta era por os pés no chão, pelo menos por um segundo, para conter aquele peso em seu peito.
Finalmente ele pode olhar para frente, sentir o chão gélido que tocava suas partes íntimas, e cair em sã consciência e dizer, 'O que foi que eu fiz?'. Não adianta tentar fugir, se tudo está dentro de mim, aprender a conviver com isso, lhe parecia ser a unica solução.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Ele nunca fez com que ela sonhasse, pra ele era tudo igual, não tinha nada de especial. Um dia mostraram a ele o que realmente significava tudo aquilo, mas ele era apenas uma criança, não entendia o mundo, até achou que estavam brincando com ele.
Até um dia que ele sentiu na pele, sentiu como se fosse uma navalha dilacerando sua pele, o sangue quente escorrendo nas suas costas. As lágrimas escorriam de seus olhos, e se explodiam com o ar que saía de sua boca enquanto falava. O chão parecia ser mais duro do que imaginava, o precipício parecia ser maior. Quem lhe dissera que seria fácil? Não confias em que nunca caiu.
Os olhos que brilhavam de esperanças vãs tocava todos que o via, menos quem realmente precisava. Parecia que suas palavras não chegava aos ouvidos certos, permaneciam no ar, para quem quisesse ouvir. O tempo dirá, ouviu ao fundo.'Que se dane o tempo, eu não tenho tempo, eu não controlo o tempo.' Parecia estar tudo distorcido.
sábado, 12 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Que o tempo cure e salve tudo o que vivi, e que crie novas expectativas para o que virá...
terça-feira, 21 de julho de 2009
Dos meus segredos, de cada palavra que eu disse. Dos dias que se passaram, dos problemas, das coisas boas. Lembranças vão ficar, com certeza, não tem como apagar.
Um dia qualquer, independente do que eu esteja fazendo, tomando café, lendo o jornal, trabalhando, eu vou lembrar do que aconteceu. Não sei como vou julgá-lo, pois há coisas ainda para acontecer. Mas irei lembrar de tudo, do começo, do meio e do final . Quem sabe eu escreva uma canção sobre isso, quem sabe eu esqueça, quem sabe eu apenas deixe como está.
O telefone poderia estar tocando nesse exato momento, eu atenderia, como de costume, e eu poderia ouvir tua voz. Aquele pedido de perdão soando mutuamente dos dois lados da linha, tocando nosso coração, seria diferente de qualquer coisa que a gente pudesse ter imaginado. Diferente dos sonhos que tivemos juntos, diferente dos momentos de ódio, dos momentos de amor, de angústia.
Hoje a noite vou olhar para as estrelas e vou pensar em ti, a constelação mais bonita vou apelidar com teu nome, para caso eu esquecer você algum dia.
