sábado, 12 de dezembro de 2009

Se a felicidade fosse o horizonte infinito, gastaria a sola de todos os meus sapatos, até de meu pé, mas não cansaria, nem me entregaria, se quer, em algures de seu caminho.
Se meus sonhos fossem as estrelas, não me cessaria à encontrar uma forma de agarrá-las, de tê-las guardada perto de mim.
Se meus dias de felicidade fosse as flores deste jardim, colheria com muito cuidado, e guardaria todas no mesmo lugar, naquele vaso de ouro onde eu guardei toda a minha esperança.
Se o desprezo fosse as pedras deste caminho, em vez de chuta-las, eu as guardaria, lapidaria, e edificaria minha moradia em cima delas.

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