Me falta ar para respirar
Talvez o fim esteja prestes a começar.
Eu sinto que nada sinto
Um vazio cheio de nada
Como começar uma canção
Se não consigo pensar em nada?
Sintetizaria minha vida
Nessa pequena retórica
De tudo que vivi
Do meu martírio e glória
Dizer que me arrependi seria tolo
Mas pareceria um tanto orgulhoso;
Não vou falar que vou esquecer
Pois seria me render por nada
Como um velho guerreiro
Que guarda sua medalha
Mas inevitavelmente suas cicatrizes
Será o que o lembrará da guerra.
sábado, 20 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
O Lado Frio da Verdade
Envydust
Palavras simples revelaram o que dói pra compreender.
Promessas falsas, contradições...
mas nem sempre foi tão normal (entre nós)
Por que você se alimenta de algo que te consome?
"Me perdoe..."
Nem todas as lágrimas do mundo têm o poder de fazer voltar...
Desejei que tudo fosse um engano, mas a verdade está atrelada a mim.
O que está feito não pode ser desfeito.
(Digo mentiras falando só a verdade).
Vejo meus erros refletidos em você.
Quando quis a verdade, não imaginei, as incertezas que ela poderia trazer para nós.
(Me entreguei a um falso amor...)
Com suas verdades dobro os joelhos, entrego a alma, transpareço a dor.
Por todo sempre, sorver mentiras, engolir mágoas, transpirar temor.
A ignorância me traria alívio e evitaria que eu parecesse na dor.
To sem inspiração ultimamente, nem tenho escrevido nada. Vou escrever um pequeno texto e postar uma música do envydust;
"Acordei, dez horas em ponto. Mais um dia intediante, mais um dia para me arriscar. Dizem que o pior medo do homem é morrer. Mas para mim viver está virando uma rixa diária. Assim a procrastinação toma conta de mim.
Me levanto da cama, procuro meu velho chinelo por baixo da cama, esqueci-o na cozinha. Vou até o banheiro descalço, adentro à ele, e sinto o chão gelado arrematando a sensibilidade da sola do meu pé.
Voltei ao quarto, olho nas minhas estantes. Velhas fotos, branca e preta algumas. Entre os porta-retratos, meu velho companheiro de trabalho, que me faz lembrar de todos os problemas que carrego na vida. Ele não pode me trair, felizmente, mas foi ele que trouxe grande parte da minha dor de cabeça. Manusiei ele com astúcia comum, de sempre. Mas veio como uma flechada em minha memória, tudo que passei até ali. Acho que nunca pensei que lutaria contra a morte, contra a mim mesmo. Só me conformei quando vi minha foto estampada no jornal. Deitado ao chão, com a cabeça meio embaçada pela edição do computador, para não mostrar o horrivel estado em que minha cabeça ficou. Acabei ali, falecendo, por e pelo motivo que me levava até ali. Morri. Por que morri? Por que não escolhi viver."
"Acordei, dez horas em ponto. Mais um dia intediante, mais um dia para me arriscar. Dizem que o pior medo do homem é morrer. Mas para mim viver está virando uma rixa diária. Assim a procrastinação toma conta de mim.
Me levanto da cama, procuro meu velho chinelo por baixo da cama, esqueci-o na cozinha. Vou até o banheiro descalço, adentro à ele, e sinto o chão gelado arrematando a sensibilidade da sola do meu pé.
Voltei ao quarto, olho nas minhas estantes. Velhas fotos, branca e preta algumas. Entre os porta-retratos, meu velho companheiro de trabalho, que me faz lembrar de todos os problemas que carrego na vida. Ele não pode me trair, felizmente, mas foi ele que trouxe grande parte da minha dor de cabeça. Manusiei ele com astúcia comum, de sempre. Mas veio como uma flechada em minha memória, tudo que passei até ali. Acho que nunca pensei que lutaria contra a morte, contra a mim mesmo. Só me conformei quando vi minha foto estampada no jornal. Deitado ao chão, com a cabeça meio embaçada pela edição do computador, para não mostrar o horrivel estado em que minha cabeça ficou. Acabei ali, falecendo, por e pelo motivo que me levava até ali. Morri. Por que morri? Por que não escolhi viver."
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